Programa Aliança Estratégica busca sinergia entre universidades e população
Aliança Estratégica vai proporcionar a conexão entre instituições de ensino superior para benefícios da população mineira.
Publicado: 22/11/2017 19:07

Gabriel Maciel / Sedectes
Gabriel Maciel / Sedectes

A busca por benefícios sociais e econômicos para a população mineira, como resultado de ações desenvolvidas dentro de universidades, é a aposta do programa “Aliança Estratégica”, criado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sedectes).

A ideia do projeto surgiu durante a reunião do Fórum de Reitores das Instituições Públicas de Educação Superior de Minas Gerais (Foripes), realizada em setembro, em Diamantina.  Com apoio já confirmado da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), o programa será implementado em todos os territórios mineiros, começando pelo Norte. O objetivo propõe a atuação conjunta das universidades e institutos públicos em todo o Estado, para o máximo aproveitamento da capacidade já instalada em cada centro de pesquisa, ensino e extensão. “Queremos mapear e unir as soluções que são realizadas dentro de universidades que possam gerar benefícios para a população mineira”, destacou o subsecretário Márcio Rosa Portes. “O programa “Aliança Estratégica” não vai buscar possibilidades, é encontrar ações reais que já estão sendo desenvolvidas”, completou.

Um exemplo real já em andamento é o apoio ao Projeto Piloto para Produção de Biocombustíveis, desenvolvido dentro da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pela professora Vânya Pasa. O objetivo é usar o óleo do coco macaúba, palmeira presente em quase todo o território brasileiro, mas com grande concentração produtiva em Minas Gerais, em diversas áreas, como aviação, alimentação animal e cosmético. Além da UFMG, a Universidade Federal de Viçosa (UFV) também desenvolve projetos relacionados à macaúba. O programa Aliança Estratégica vai auxiliar na conexão entre esses atores do mesmo ecossistema. Os encontros nos territórios regionais irão permitir as pesquisas para identificação de trabalhos comuns.