SEED: de onde partimos
Antes de iniciar a terceira rodada, que tal relembrar um pouco do que aconteceu no primeiro ano do programa?
Publicado: 22/12/2015 17:03 | Atualizado: 22/12/2015 17:11


Com o início das inscrições para o SEED cada vez mais próximo – de 8 de janeiro a 3 de fevereiro -, é hora de relembrar tudo de bom que já aconteceu no programa e entender por que Minas Gerais possui tanta relevância no cenário de startups, empreendedorismo e inovação. Vamos começar esse ‘esquenta’ SEED fazendo uma recapitulação das duas primeiras rodadas!

No final de 2013, o programa de aceleração recebeu 1367 inscrições, de 32 países diferentes e 19 estados brasileiros. Foram selecionadas 40 empresas para participar no primeiro semestre de 2014. Além do Brasil, estiveram representados Chile, Argentina, Itália, Índia, Uruguai e França! O programa acredita que essa troca entre diferentes nacionalidades promove a globalização da cultura empreendedora, cria um intercâmbio entre diferentes padrões de negócios e torna o SEED uma iniciativa não apenas local, mas global.

Com pouco tempo de aceleração, oito projetos da primeira turma foram selecionados para participar do Campus Party Brasil 2014, considerado um dos maiores eventos de inovação, ciência, cultura e entretenimento digital no mundo.  Ao final, com apenas seis meses de criação, o SEED já tinha repercussão em veículos de comunicação do mundo inteiro, sendo considerado um exemplo entre programas de aceleração!

A segunda rodada teve um aumento no número de inscrições. Foram 1435, o que correspondia a 34 países e 21 estados brasileiros. É importante considerar que a relação com o restante do mundo não se estreitou apenas pelo inclusão de dois países: as startups estrangeiras que manifestaram interesse em abrir empresa no estado praticamente dobraram! Entre as selecionadas para participação, estavam incluídas propostas do Chile, Hungria, Estados Unidos, Argentina, México, Reino Unido e Equador.

O balanço do primeiro ano do SEED também apontou o impacto do programa sobre o ecossistema do Estado. Foram realizados oito Startup Weekends, além de 409 eventos técnicos e de difusão, com mais de 17 mil pessoas diretamente impactadas! Até o início de 2015, as 73 empresas inseridas no mercado com ajuda do programa faturaram R$ 23 milhões, geraram 145 empregos e captaram R$ 10 milhões em investimento privado!

Agora, com as turmas de 2016, o programa pretende chegar ainda mais longe no apoio a esse ambiente inovador: “Precisamos romper as barreiras das montanhas de Minas Gerais e convencer as empresas que vêm de fora a continuarem por aqui, mesmo depois que passam por nossa aceleração. O nosso foco é desenvolver ainda mais o ambiente mineiro e tudo o que temos a oferecer para que outros países tenham interesse em se manter como parceiros do nosso ecossistema”, afirma o Subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Dias.