Grupo Raymundo da Fonte investe R$ 100 milhões em nova fábrica de Itajubá
A nova unidade fabril já emprega 114 funcionários e deve gerar cerca de até 400 empregos diretos e indiretos até o final de 2022 em toda cadeia produtiva
Publicado: 06/12/2021 11:18 | Atualizado: 07/12/2021 15:50
Foto: Matheus Fonseca/Sede Foto: Matheus Fonseca/Sede

Com capacidade para produzir até 500 mil caixas de água sanitária por mês, já está em pleno funcionamento a unidade fabril das Indústrias Reunidas Raymundo da Fonte no município de Itajubá, no sul de Minas Gerais. A fábrica já gerou 114 empregos diretos na primeira etapa de implantação e a expectativa é ultrapassar 400 postos diretos e indiretos na cadeia produtiva local.

A empresa realizou nesse sábado (4/12) a solenidade de inauguração oficial da unidade mineira com a presença do secretário de Desenvolvimento Econômico do Governo de Minas Gerais, Fernando Passalio, do prefeito de Itajubá, Christian Gonçalves, dos diretores do grupo pernambucano, além de outras autoridades locais.

“Para o Governo de Minas é um orgulho muito grande receber investimentos como esse em nosso estado. Investimento com história, responsabilidade social e que transforma a vida da população. Recentemente já realizamos o projeto Compre Bem, que é justamente fortalecer o desenvolvimento regional. Mais um grande anúncio para Minas Gerais. O governador Romeu Zema lidera uma equipe que tem feito história. Estamos batendo recordes na geração de emprego e atração de investimentos. Seja muito bem-vindo, Grupo Raymundo da Fonte”, destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio.

A fábrica de Itajubá recebeu investimento total de R$ 100 milhões e vem movimentando a economia de toda a região Sul de Minas, uma das que mais cresce no estado. Minas Gerais já representa o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB) do país. A Raymundo da Fonte soma forças em uma das principais atividades econômicas de Itajubá - a indústria, que responde por 32% da riqueza gerada no município, segundo o IBGE.

“Itajubá foi a cidade mineira pensada para nossa expansão por vários motivos, entre eles a localização estratégica, fazendo conexão entre o Nordeste e o Sudeste do país e possibilitando o crescimento da nossa malha logística no país”, explica o diretor superintendente da Raymundo da Fonte, Hisbello de Andrade Lima Neto.

O novo empreendimento tem capacidade de produção mensal de 300 mil caixas de águas sanitárias, podendo chegar a 500 mil caixas. Isso representa cerca de 20% de toda produção de águas sanitárias do grupo. A unidade possui 14 mil m² construídos e foi projetada prevendo uma expansão futura.

Com objetivo de estimular a economia local, cerca de 90% dos trabalhadores são residentes de Itajubá ou municípios da região. De forma indireta, a fábrica deve impactar ainda a cadeia produtiva de fornecedores locais, mão de obra técnica e pequenas empresas no entorno do município. Todos os funcionários passaram pela integração à cultura da empresa e capacitação técnica para adequação aos padrões de qualidade industrial da companhia.

Marcas

Em Itajubá são fabricados produtos da categoria de saneantes clorados das marcas Brilux, Tubarão, Cloral e Olimpo. A indústria possui ainda um portfólio variado de produtos, composto por marcas líderes do mercado. Ao todo, são mais de 330 itens de limpeza, higiene pessoal, condimentos e inseticidas. Todos eles são comercializados pelo centro de distribuição, associado à fábrica.

Um grande sistema logístico foi montado para garantir a agilidade e qualidade na distribuição e abastecimento dos produtos Raymundo da Fonte. “Isso faz com que a entrega seja mais rápida e o abastecimento mais eficiente nas gôndolas dos mercados de Minas Gerais e São Paulo”, conclui o diretor superintendente da Raymundo da Fonte.

 Adequação ambiental

 “A fábrica tem maquinários modernos e conta com equipamentos nacionais e importados da Europa. As instalações informatizadas levam em conta todas as exigências de controle sanitário, ambiental e de sustentabilidade”, detalha Hisbello de Andrade Lima Neto.

O empreendimento está interligado à Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) da Copasa, para o tratamento do esgoto sanitário, e o processo industrial tem sistema fechado para reutilizar todos os resíduos líquidos, sem causar danos.